Bom, não sou fã número 1 de Eric Clapton mas um show desses na esquina de casa não se deve perder sem um bom motivo. Convoquei meu companheiro de Shows, Fred, que topou e ainda trouxe Tia Cidinha.
Chegamos a tempo de perder uma parte do show de abertura que foi de Roger Daltrey ex-The Who. O show foi muito animado e o pessoal das cadeiras de pista até foi lá para a frente dando trabalho à organização.
O destaque negativo, foi esse Féla da Gaita da foto aí embaixo que ficou gritando no meu pé-do-ouvido o show todo, parecia o lobisomen. Isso sem contar a narração: "Ele vai pegar a guitarra eletrica!" Só queria ser o Galvão Bueno... É como diz o grande filósofo Pompeu de Aleixo Neto: Mundiça é mundiça até na Suiça...
Aliás a plateia estava repleta de figuras, esse daqui dormiu o show quase todo:
Vamos ao show:
Setlist:
01. Goin’ Down Slow
02. Key To The Highway
03. Tell The Truth
04. Old Love
05. I Shot The Sheriff --------> Nunca gostei muito dessa música, mas o cara é bom pracassete!!!
06. Drifin’ (acoustic)
07. Nobody Knows You When You’re Down And Out (acoustic)
08. Running On Faith (acoustic)
09. Layla (acoustic) -------------> Incrivel performance com violao!!!
10. I’ve Got A Rock ‘n Roll Heart (acoustic)
11. Badge
12. Before You Accuse Me
13. Little Queen Of Spades
14. Wonderful Tonight --------------------> Pra mim a melhor musica dele, so achei q ele deu uma tirada de pe nessa... (ou eu esperava demais)
15. Cocaine -------> Ao vivo é um milhão de vezes melhor! (Coelho, ele nao botou nenhuma carreira...)
Encore:
16. Crossroads ----> aqui a galera enloqueceu...
The band:
Guitar/Vocals – Eric Clapton ---> O cara toca tao facil, tao limpo, que ate achei que dava pra eu fazer...
Bass Guitar – Willie Weeks ----> Tiberio, esse cara alisava as cordas, nem parecia q tava tocando...
Keyboards – Chris Stainton ---> Esse cara me vinha com cada solo de teclado que PQP...
Keyboards – Walt Richmond --> Esse era meio burocratico...
Drums – Steve Gadd ---> So na categoria, o veinho segurou a onda o show todo... acho que nao molhou a testa de suor...
Backing Vocals – Sharon White --> As duas gordinhas do back eram otimas, coreografiazinha e tudo. Quando elas entravam parecia que tinha um coral (claro que tinha uns efeitos...)
Backing Vocals – Michelle John --> Seguraram o vocal o show quase todo, ja que Slowhands nao tava muito afim de cantar. Destaque para elas em I Shot the Sheriff.
Bom, é isso, só queria compartilhar com voces as agruras de morar por aqui...
sábado, 10 de abril de 2010
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Florida Panthers 2 x 3 Nashville Predators (29-Mar-2010)
A estreia de Gabriel em eventos esportivos não foi de muita sorte. Todo mundo diz que não se deve levar o filho para um clássico na primeira vez. Você tem que levar para um jogo do tipo Sport x Ibis que seu risco de perder é (quase) zero. O problema é que o time daqui é o Ibis...
Fomos eu, Gabriel e Caio ver o jogo de Hoquei sobre o gelo da liga profissional americana, a NHL. Gabriel estava todo empolgado, quando via alguma reportagem sobre Hoquei na TV ja ia dizendo: "Olha o Hockey!" (em inglês). Quando chegamos ele ficou bem impressionado com um dos telões que ficam passando propaganda na entrada do ginásio.
Antes do jogo claro que eles cantaram o hino nacional com direito a bandeiras projetadas no gelo e soldados com bandeiras reais. É impressionante o valor que eles dão ao hino e à bandeira. Acredito que se a gente tivesse metade do patriotismo americano nosso país estava bem melhor. Seria tão bom se a gente desse valor à nossa bandeira e ao nosso hino não somente em tempos de Copa do Mundo...
Gabriel até que se interessou pelo jogo. De vez enquando se espantava com as nossas reações aos lances do jogo mas tudo ia bem. No intervalo do jogo fomos para uma das áreas de alimentação, sabe como é: Em Roma como os Romanos. Vou dizer, não deixa nada a desejar ao "sacissão" da Ilha do Retiro...
Levamos um gol no segundo período. Logo depois aconteceu algo curioso: PORRADA!!! Pois é, depois de uma disputa um pouco mais dura os dois jogadores jogam os tacos e as luvas e ficam se encarando, aí é porrada, parte pro murro mesmo! Os juízes e outros jogadores ficam assistindo, quando o primeiro cai no chão a briga para e os dois jogadores são excluídos por 5 minutos.
Quando o segundo tempo terminou resolvemos ficar curtindo o intervalo no lugar da gente mesmo. Rolou um cabo de guerra entre os policiais e os bombeiros da cidade, os bombeiros ganharam.
Aliás esse é outro ponto interessante. O valor que eles dão aos policiais, bombeiros, exército, marinha, força aérea, fuzileiros navais, guarda nacional, FBI, DEA (agência de combate ao tráfico de drogas) e até ao Serviço Secreto. Eles colocam no telão o nome dessas instituições e o público aplaude de pé.
No terceiro tempo Gabriel já não prestava tanta atenção ao jogo, foi só ele ver o mascote do Panthers que começou a ficar com medo... Olha a distância que o bicho tava:
Viramos o jogo no terceiro tempo. A torcida já estava enlouquecida mas levamos um gol faltando pouco mais de três minutos para acabar o jogo. A partida foi para a prorrogação por morte súbita. Daí o time de Nashville fez um gol logo no iniciozinho...
Na volta para casa ainda vimos uma limusine com varanda. Ainda alugo uma dessas para dar uma volta...
Fomos eu, Gabriel e Caio ver o jogo de Hoquei sobre o gelo da liga profissional americana, a NHL. Gabriel estava todo empolgado, quando via alguma reportagem sobre Hoquei na TV ja ia dizendo: "Olha o Hockey!" (em inglês). Quando chegamos ele ficou bem impressionado com um dos telões que ficam passando propaganda na entrada do ginásio.
Antes do jogo claro que eles cantaram o hino nacional com direito a bandeiras projetadas no gelo e soldados com bandeiras reais. É impressionante o valor que eles dão ao hino e à bandeira. Acredito que se a gente tivesse metade do patriotismo americano nosso país estava bem melhor. Seria tão bom se a gente desse valor à nossa bandeira e ao nosso hino não somente em tempos de Copa do Mundo...
Gabriel até que se interessou pelo jogo. De vez enquando se espantava com as nossas reações aos lances do jogo mas tudo ia bem. No intervalo do jogo fomos para uma das áreas de alimentação, sabe como é: Em Roma como os Romanos. Vou dizer, não deixa nada a desejar ao "sacissão" da Ilha do Retiro...
Levamos um gol no segundo período. Logo depois aconteceu algo curioso: PORRADA!!! Pois é, depois de uma disputa um pouco mais dura os dois jogadores jogam os tacos e as luvas e ficam se encarando, aí é porrada, parte pro murro mesmo! Os juízes e outros jogadores ficam assistindo, quando o primeiro cai no chão a briga para e os dois jogadores são excluídos por 5 minutos.
Quando o segundo tempo terminou resolvemos ficar curtindo o intervalo no lugar da gente mesmo. Rolou um cabo de guerra entre os policiais e os bombeiros da cidade, os bombeiros ganharam.
Aliás esse é outro ponto interessante. O valor que eles dão aos policiais, bombeiros, exército, marinha, força aérea, fuzileiros navais, guarda nacional, FBI, DEA (agência de combate ao tráfico de drogas) e até ao Serviço Secreto. Eles colocam no telão o nome dessas instituições e o público aplaude de pé.
No terceiro tempo Gabriel já não prestava tanta atenção ao jogo, foi só ele ver o mascote do Panthers que começou a ficar com medo... Olha a distância que o bicho tava:
Viramos o jogo no terceiro tempo. A torcida já estava enlouquecida mas levamos um gol faltando pouco mais de três minutos para acabar o jogo. A partida foi para a prorrogação por morte súbita. Daí o time de Nashville fez um gol logo no iniciozinho...
Na volta para casa ainda vimos uma limusine com varanda. Ainda alugo uma dessas para dar uma volta...
domingo, 4 de abril de 2010
Paul McCartney - Up and Coming Tour, Miami 3 de Abril 2010
O que dizer de show desses? Paul é uma das pessoas mais carismáticas do mundo sem dúvida nenhuma. Sempre foi meu Beatle preferido e agora posso dizer que o vi pessoalmente. Tudo bem que o tamanho que eu vi ele era mais ou menos do tamanho desta letra I...
Chegamos no estádio do Miami Dolphins com uns 45 minutos de antecedência, o estacionamento já estava meio cheio com o pessoal do tailgate. Eles abrem a tampa do porta-malas, colocam um som e ficam bebendo, conversando... Tinha até um pessoal mais animado, fazendo uma fumacinha...
Nos encontramos com Fred ainda no estacionamento e com o resto do pessoal mais perto do estádio. Ficamos juntos Claudia, eu, Fred e Gustavo Guerra. Luis Antonio, Flavia (prima de Kassy), Natalia (filha deles e noiva de Gustavo) ficaram lá no campo de frente pro crime. Luis Antonio é tão fã dos Beatles que chorou de manhã quando a ficha caiu que ele ia pro show... Fizemos até um bolão para saber em quais músicas ele tinha chorado, boiou porque, segundo ele, ele não chorou...
Quando o show começou um americano idiota resolveu se levantar e ficar cantando. Eu até que estava com vontade de ficar em pé mas todo mundo na seção em que estávamos estava sentado. Mesmo depois de uns gritos de "sit" (o famoso "seeeeentaaa" dos estádios do Brasil) o cara continuava irredutível. O pessoal da fila de trás já estava ficando incomodado. Chamaram uma supervisora do show que pediu ao cidadão para sentar ao que foi prontamente ignorada. Quando a mulher do cara chegou a gente pensou que ela ia pedir para ele sentar, que nada, ela ficou dançando se esfregando e os dois ainda ficaram rindo dos idiotas que estavam atrás. Quando a gente começou a achar que o cara ia sair por cima chegou a polícia e chamou o cara para dar um passeio. Ele ainda deu um showzinho gritando "F**K YOU!" e estendendo o dedo médio para trás. A polícia foi extremamente profissional, não deram um sorriso nem indicaram que estavam gostando de fazer aquilo, eles estavam trabalhando. Mesmo assim foram calorosamente aplaudidos por todos na seção. Queria bater uma foto com intuito puramente jornalístico mas Claudia não deixou...
Bom, mas vamos ao que interessa, o show. Não vou nem falar da qualidade dos artistas, das músicas porque isso é chover no molhado. O que me emocionou no show foi o clima de conversa na varanda de casa. Parecia que a gente estava tomando umas e ele com um violão na mão e contando causos...
Quando ele tocou Foxy Lady de Jimi Hendrix ele falou que admirava muito Jimi e que uma das maiores homenagens que ele recebeu foi quando os Beatles lançaram Sgt Peppers Lonely Hearts Club Band numa quinta-feira e Hendrix e sua banda ensaiaram no final de semana e num show no domingo eles abriram com essa música. Ele contou também uma estória que num show de Jimi Hendrix ele (Jimi) tava muito doido e entrou num daqueles solos intermináveis, depois de 10 minutos de solo ele percebeu que a guitarra estava completamente desafinada. Daí ele olha para a plateia e pergunta (aí Paul faz uma voz de doidão): "Eric tá aí?", procurando por Eric Clapton. Paul disse que Eric estava na plateia se escondendo e quando Jimi o achou: "Eric, can you tune this for me?".
Também teve uma hora que ele pegou um ukulele, que para mim nada mais é do que um cavaquinho, que George deu para ele. Ele mostrou como George tocava, falou que ele pegou o cavaquinho e ensinou George a toca-lo. Nestas horas eu tinha a impressão que ele se emocionava. Depois dessa conversinha ele simplesmente tocou Something no cavaco, dedicando essa música a George. No telão atrás da banda fotos de George eram projetadas dando um toque a mais de emoção.
Esses conversas eram muito emocionantes. Paul dedicou a música My Love a Linda McCartney: "I wrote this next song for Linda, and tonight this is dedicated to all the lovers in the audience."
Antes de Blackbird ele falou que John havia escrito aquela música por conta do momento complicado que os EUA viviam em relação aos direitos civis. Aí veio a parte mais emocionante do show. Ele falou que compôs Here Today para falar de coisas que a gente às vezes quer dizer para uma pessoa mas não diz e quando aquela pessoa morre você percebe que agora é tarde demais. Paul disse que aquela música ele tinha escrito logo após a morte de John com coisas que ele queria ter dito a ele. Não teve quem não se emocionasse quando ele disse que estava dizendo aquelas palavras a John naquele momento já que John estava ali. (Eu me arrepiei agora de novo...)
"I wrote this next song for my dear friend John. Let's hear it for John! Sometimes you don't say all you mean to say to people, and then when they pass away, it's too late."Quando ele tocou a sequência Ob-La-Di, Ob-La-Da e Back in the USSR lembrei muito de Joseph quando a gente era da 6a série e essas eram as nossas músicas favoritas. Antes de tocar Paperback Writer ele falou que estava usando a mesma guitarra que ele usou na gravações originais nos anos '60.
Outra música incrível foi Live and Let Die, com direito a fogos no palco e nas arquibancadas, tudo obra de Shaky (ou "Tremedeira" numa tradução livre) que é o responsável pela pirotecnia do show. Claro que Paul não ia perder uma piada dessas (tô dizendo que ele parece comigo)... Nessa hora ele ainda colocou os dedos no ouvido dizendo que já não aguentava mais o barulho, rindo com a plateia... (Já disse que ele é muito simpático?)
Depois de Live and Let Die ele tocou Hey Jude, aí já estava todo mundo de pé (o cara que foi expulso vai ficar puto se souber disso) cantando junto com ele... Rolou até aquele la-la-la, só os homens, só as meninas, todo mundo...
Quando ele voltou para o primeiro bis ele soltou um "Vocês sabiam que a gente ia voltar...". Depos de 2 horas e 45 minutos de show o pessoal ainda queria mais. Paul então vem com essa: "Tem uma hora que vocês tem que ir para casa, que coincide com a hora que nós temos que ir para casa... Se bem que vocês podem ir para algum outro lugar..."
Paul lembrou ainda que esteve em Miami para o programa de Ed Sullivan. Falou que a Florida ainda era cool, cool uma coisa, tava um calor desgraçado...
Destacaria ainda as performances de Let it be e The Long and Winding Road (no piano) e Yesterday (numa incrível interpretação só no violão)
Set List:
* Venus and Mars
* Rock Show
* Jet
* All My Loving
* Letting Go
* Got To Get You Into My Life
* Highway
* Let Me Roll It
* Foxy Lady (Jimi Hendrix Cover)
* The Long and Winding Road
* Nineteen Hundred and Eighty Five
* Let ‘Em In
* My Love
* I’m Looking Through You
* Two Of Us
* Blackbird
* Here Today
* Dance Tonight
* Mrs. Vanderbilt
* Eleanor Rigby
* Something (George Harrison tribute)
* Sing The Changes
* Band On The Run
* Ob-La-Di, Ob-La-Da
* Back In The U.S.S.R.
* I’ve Got A Feeling
* Paperback Writer
* A Day In The Life
* Give Peace A Chance (John Lennon tribute)
* Let It Be
* Live and Let Die
* Hey Jude
Encore 1:
* Daytripper
* Lady Madonna
* Get Back
Encore 2:
* Yesterday
* Helter Skelter
* Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band (Reprise)
* The End
Chegando em casa Gabriel e Mariana acordaram e deram uma canseira na gente até umas 3 e meia da manhã. Mariana acordou às 7 e meia da manhã. Tá pensando que estamos cansados? Parece que estávamos anestesiados pela música...
Agradecimentos especiais ainda a Caio que ficou de baby-sitter (só me custou uma pizza da Papa John's)!
Para fechar: Sabe o que Paul, Ringo e eu temos em comum? Somos canhotos, acho que vou falar com Ringo no show dele dia 15 de Julho pra ver se ele topa montar uma banda comigo. Mas isso é uma outra estória...
domingo, 28 de março de 2010
Um dia em Naples, FL
Lembram da temperatura na hora que saímos para a praia na semana passada? Pois é, hoje estava até mais frio. Mas nossa meteorologista consultou suas fontes (www.weather.com) e acertou em cheio: previsão de sol e calor em Naples.
Naples fica na costa oeste da Florida no Golfo do México no trecho conhecido como Paradise Coast. É a capital do condado de Collier e fica a aproximadamente uma hora e meia de Weston e é uma cidade muito agradável, com casas muito boas e clima de veraneio. A cidade se auto-intitula de a capital mundial do golfe com a maior proporção de campos por golfista do mundo. E eu que pensava que só Recife tinha problemas de IGPM (Índice Geral de Pouca Modéstia)...
Como chegamos cedo (por volta das 10 da manhã) fomos para o museu Naples Depot - Lionel Train Museum (1051 Fifth Avenue South, Naples, FL). Este prédio foi construído em 1926 e em 1927 se tornou a primeira estação de trem de passageiros de Naples. Esta estação funcionou até 1971 um pouco depois da rodovia Tamiami (que liga Tampa a Miami e hoje é uma das principais avenidas da cidade) ser completada.
Esse museu parece ser bem legal mas Gabriel gostou mesmo foi do trenzinho que fica rodando o prédio. Quem sabe da próxima vez não vamos com mais tempo e conhecemos o museu e conseguimos dar uma volta no trenzinho.
Depois do museu fomos para o pier de Naples. O pier foi construído em 1888 e era usado para o transporte de carga e de passageiros. Hoje é usado somente para pesca e como atração turística.
Andamos pelo pier onde Mariana conseguiu arrancar um sorriso de Caio. No pier você pode acompanhar as pessoas pescando. Tem pescadores de todo jeito, daqueles típicos com chapéu, roupa de furinho e um jogo de varas até senhoras distintas, de calça jeans e camisa de manga longa e punho duplo.
Saímos da praia e demos uma caminhada pelo bairro. Gabriel era quem tinha a melhor vista. Também, com uma torre de observação destas...
De lá fomos para o destino final que era o Clam Pass Park. Este parque fica no final da Seagate Dr. Para chegar lá subimos a Tamiami no sentido Norte e e viramos à esquerda no shopping Waterside Shops. Este shopping é conhecido por suas lojas high-end como Saks Fifth Avenue, Tiffany's Co, Gucci, Ferragamo e Lacoste e por sua atmosfera sofisticada.
A entrada do parque fica no finalzinho da rua bem do lado do Naples Grand Hotel. O acesso à praia é feito por uma passarela de 1km. Esta passarela foi toda construída em plástico reciclado de 4.320.000 garrafas de 1 galão (3.78l) de leite. O parque tem um serviço de transfer com uns carrinhos tipo de golfe. Como a gente estava com um farnel e a fila estava grande decidimos encarar a caminhada. Na volta a preguiça venceu e a gente foi no carrinho mesmo...
Depois desta caminhada básica finalmente chegamos na praia. Cervejinha? Não, água mesmo, se bem que nessa praia parece que é permitido beber.
A princípio nos decepcionamos um pouco com a praia pois é um pouco agitada e por isso o mar fica mexido. Além disso a faixa de areia é estreita e tinha muita gente. Ficamos então na areia onde Mariana deu sequência em seu plano de conquistar o mundo. Um pessoal do lado não tirava o olho dela e parece que a safada percebe e fica jogando charme pra todo lado.
Decidimos então dar uma caminhada já que Gabriel estava com as pilhas carregadas e não parava de jogar areia em todo mundo. Aí a maré virou...
Encontramos a foz de um riozinho que lembra um pouco o pontal de Maracaípe. Lá as crianças puderam tomar banho de mar no banco de areia (e conchas).
Uma das diversões preferidas dos frequentadores é subir um pouco o rio e descer boiando pela correnteza, que é bem forte. Ficamos por ali curtinho o mar enquanto Caio tostava.
Lembra da foto de Gabriel olhando para o mar na semana passada? Pois é, esta é a prova de que a valentia é só aparente:
Depois disso, voltamos para casa. Quando olhamos para o relógio já era 3 e meia da tarde e o sol ainda estava alto. Esta foto foi tirada na estrada às 4:45 da tarde. Olha o sol...
No final ficou uma excelente impressão de Naples e o desejo de voltar. Quem sabe não passamos um final de semana inteiro com direito a visita ao Zoológico?
Naples fica na costa oeste da Florida no Golfo do México no trecho conhecido como Paradise Coast. É a capital do condado de Collier e fica a aproximadamente uma hora e meia de Weston e é uma cidade muito agradável, com casas muito boas e clima de veraneio. A cidade se auto-intitula de a capital mundial do golfe com a maior proporção de campos por golfista do mundo. E eu que pensava que só Recife tinha problemas de IGPM (Índice Geral de Pouca Modéstia)...
Como chegamos cedo (por volta das 10 da manhã) fomos para o museu Naples Depot - Lionel Train Museum (1051 Fifth Avenue South, Naples, FL). Este prédio foi construído em 1926 e em 1927 se tornou a primeira estação de trem de passageiros de Naples. Esta estação funcionou até 1971 um pouco depois da rodovia Tamiami (que liga Tampa a Miami e hoje é uma das principais avenidas da cidade) ser completada.
Esse museu parece ser bem legal mas Gabriel gostou mesmo foi do trenzinho que fica rodando o prédio. Quem sabe da próxima vez não vamos com mais tempo e conhecemos o museu e conseguimos dar uma volta no trenzinho.
Depois do museu fomos para o pier de Naples. O pier foi construído em 1888 e era usado para o transporte de carga e de passageiros. Hoje é usado somente para pesca e como atração turística.
Andamos pelo pier onde Mariana conseguiu arrancar um sorriso de Caio. No pier você pode acompanhar as pessoas pescando. Tem pescadores de todo jeito, daqueles típicos com chapéu, roupa de furinho e um jogo de varas até senhoras distintas, de calça jeans e camisa de manga longa e punho duplo.
De lá fomos para o destino final que era o Clam Pass Park. Este parque fica no final da Seagate Dr. Para chegar lá subimos a Tamiami no sentido Norte e e viramos à esquerda no shopping Waterside Shops. Este shopping é conhecido por suas lojas high-end como Saks Fifth Avenue, Tiffany's Co, Gucci, Ferragamo e Lacoste e por sua atmosfera sofisticada.
Depois desta caminhada básica finalmente chegamos na praia. Cervejinha? Não, água mesmo, se bem que nessa praia parece que é permitido beber.
A princípio nos decepcionamos um pouco com a praia pois é um pouco agitada e por isso o mar fica mexido. Além disso a faixa de areia é estreita e tinha muita gente. Ficamos então na areia onde Mariana deu sequência em seu plano de conquistar o mundo. Um pessoal do lado não tirava o olho dela e parece que a safada percebe e fica jogando charme pra todo lado.
"Que é? Acha que não vou conseguir?"
Decidimos então dar uma caminhada já que Gabriel estava com as pilhas carregadas e não parava de jogar areia em todo mundo. Aí a maré virou...
Encontramos a foz de um riozinho que lembra um pouco o pontal de Maracaípe. Lá as crianças puderam tomar banho de mar no banco de areia (e conchas).
Uma das diversões preferidas dos frequentadores é subir um pouco o rio e descer boiando pela correnteza, que é bem forte. Ficamos por ali curtinho o mar enquanto Caio tostava.
Lembra da foto de Gabriel olhando para o mar na semana passada? Pois é, esta é a prova de que a valentia é só aparente:
Depois disso, voltamos para casa. Quando olhamos para o relógio já era 3 e meia da tarde e o sol ainda estava alto. Esta foto foi tirada na estrada às 4:45 da tarde. Olha o sol...
sábado, 20 de março de 2010
Mar do Caribe em Key Biscayne
Tudo é uma questão de referência. Hoje de manhã estava batendo 19 graus, uma das manhãs mais quentes dos últimos tempos. Se fosse em Recife eu estava de suéter indo para Gravatá. Mas aqui a gente estava se preparando para ir para a praia, confiando na previsão do tempo de que ia bater nos vinte e pouco...
Como diria o ditado: Barriga cheia, pé na estrada. Fomos já entrando no clima da praia... Fomos para o Bill Baggs Cape Florida State Park, em Key Biscayne.
Esta foto me fez lembrar o grande (grande mesmo) Fernando Bertoldi, Fernandinho, o meigo. Do alto de seus 2,05m e 10 arrobas sua frase mais famosa: "Há 3 tipos de homem: Os que estão vivos, os que estão mortos e os que vão para o mar". Quem vê assim pensa que ele estava doido para ir para o mar.
A água estava gelada mas depois de ficar um pouco no sol e de jogar um futebolzinho (americano que é para os outros frequentadores não estranharem) já deu para ficar no rasinho com as crianças. Ao fundo vê-se o Farol de Cape Florida.
Olha a gata de praia! Ela adora, a água pode estar gelada, o que for...
Já na hora de ir embora com a maré baixinha bati esta foto para mostrar que este realmente é o Mar do Caribe...
Semana que vem tem mais, quem sabe não vamos para Naples, FL na costa do golfo?
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